7 de abr de 2012

Vicente Ferreira da Silva



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ARAMES


ARAMES

Minha poesia é cheia de lugares comuns
Com alguns quadros espalhados
Dias quase sempre nublados
Tijolos comuns assentados

Ela navega bem longe da filosofia
Pega algum violão emprestado
Às vezes sorri, às vezes chora
Às vezes tenho vontade de ir embora

De caminhar mundo a fora
Pegar carona numa música
Que me faça bem ao ouvir

Minha poesia é como folha solta no vento
Rasgada pelos arames farpados
Por muros que escondem o outro lado

Arnoldo Pimentel

6 de abr de 2012

solidão era eterna



A solidão era eterna
(Juan Ramón Jiménez)

A solidão era eterna
e o silêncio inacabável.
Detive-me com uma árvore
e ouvi falar as árvores.

Juan Ramón Jiménez

5 de abr de 2012

Vicente Ferreira da Silva - Novo livro




Clique na imagem para ver uma pequena amostra do mais recente livro do poeta Vicente Ferreira da Silva, de Porto - PT